Domingo da porção dobrada

Não há como definir de outra forma, este domingo próximo passado aqui na Assembleia de Deus no Brás.

Foi um domingo de Reunião de Obreiros, mas com um culto aberto pela manhã, que recebeu boa parte da membresia da igreja, para a Santa Ceia, já pela manhã. O culto do período da noite, também foi mantido, uma vez que o clima das ruas (em virtude da votação de admissibilidade do processo de impeachment na câmara federal), estava tranquilo.

O dia começou com oração das 07h às 08h da manhã e o templo foi enchendo-se. Os departamentos musicais da igreja prestaram seu momento de louvor a Deus e em seguida o Pastor Samuel Ferreira ministrou louvores junto ao Brás Adoração.

Na hora da palavra, o Pastor Samuel ministrou sobre como, na emoção da vitória ou da alegria pelo recebimento de uma bênção, prometemos adorar a Deus em todas as circunstâncias, mas, na hora da dor, aparentemente nos esquecemos disso.

“Há alguns meses eu fiz essa música junto ao amigo Samuel Mariano e a verdade é que, quantas vezes, nós dizemos para Deus: ‘Senhor, vou te adorar não importa o que aconteça. Vou exaltar o seu nome. Estarei contigo’ – e na hora da adversidade, da dor, da angústia, nós murmuramos e nos esquecemos o que a alegria do momento anterior nos fez prometer.”

“Adorar a Deus é melhor do que ficar sofrendo, é melhor do que ficar chorando. É profetizar que a muralha vai cair, que vamos tomar os nossos inimigos e que venceremos. Adorar a Deus é declarar que mesmo na dor, temos certeza que o dia da vitória vai chegar e receba: Você que está no meio do furacão, este pode ser o dia da tua vitória em o nome de Jesus.”

Ao final o Pastor Samuel ministrou a Santa Ceia e a glória de Deus manifestou-se na igreja.

Findo o culto da manhã, à noite o nosso líder solicitou que o líder da UMADESP, Pr. Josué Santos, trouxesse a palavra de Deus aos presentes:

“Esta será uma reflexão rápida. Jesus está no Getsêmani, que era o lugar da prensa do azeite. Você consegue na tua mente, imaginar um Jesus apavorado? Depois de tantos milagres, escritos e não escritos, coisas extraordinárias e agora temos o que João escreveu, que ele começa a angustiar-se e sentir pavor. Já parou para meditar neste texto?”

“Alguns provocadores tentaram imputar uma falha em Jesus, dizendo que Ele, na hora da morte estava com medo, diferente de (segundo estes provocadores) Sócrates, que segundo a história tomou um cálice de veneno chamado Cicuta, de forma até corajosa, cerca de 700 anos antes de Jesus. Ora, Jesus usou uma frase que nenhum Judeu jamais ousou.”

“Jesus chamou a Deus de “Paizinho”, é isto que o original diz. Aí querem saber que cálice é esse que Jesus está evitando beber? Jesus sabe o que havia de fazer e de forma nenhuma ele estava com medo. Este é um momento simbólico. Onde ele estava pra fazer algo que Sócrates jamais poderia.”

“Tudo o que Jesus passou, passou por mim e por você. Jesus subiu na cruz, a enfrentou e quando lá ele estava ele disse: ‘Em tuas mãos, Pai, eu entrego o meu Espírito.”

“‘Essa guerra é minha, eu estou fazendo, mas ainda eu vou fazer mais, foi por você e tudo valeu a pena’ – Deus está te dizendo exatamente isso nessa noite.”

Autor: Comunicação AD Brás

Administração do Portal e das Mídias Sociais da Assembleia de Deus no Brás

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